Monday, March 24, 2008

Viagem a Sydney

Sydney


Sydney é maior que Auckland, mas o estilo é idêntico. No entanto, tem um charme diferente, talvez por causa da fantástica Opera House, do charmoso Darling Harbour ou mesmo da famosa Harbour Bridge.

A zona antiga - The Rocks - faz lembrar os bairros na periferia do Castelo de São Jorge. Ruas estreitas com esplanadas de restaurantes, cafés e pubs.

A Noite é animada em Sydney, particularmente no bairro The Rocks, no Darling Harbour e no Circular Quay, onde se podem encontrar restaurantes e bares com um ambiente agradável.

Durante o fim-de-semana passeámos pelo Bairro Chinês, Darling Harbour - onde fomos ao WildLife World, uma espécie de zoo com animais da Austrália - subimos à Sky Tower, andámos pelo Royal Botanical Garden, assistimos a um concerto na Opera House, fomos ao Chinese Garden of Friendship, e The Rocks. Com apenas três dias, não deu para muito mais.

Comprámos alguma arte aborígene e um Didgeridoo. Já comecei a praticar. Pode ser que se ficar sem trabalho quando chegar a Portugal, dê para ganhar alguns trocos a tocar no metro :)

Resumindo, gostámos. Bastante, até. Deve ser uma cidade agradável para se trabalhar e viver, pelo menos por um tempo.

Saturday, March 15, 2008

Estamos de volta

E enquanto for de mês a mês não é mau...

Estava há pouco a olhar pela nossa janela para a downtown de Auckland, enquanto um avião passava lá no alto sobre a cidade. Pensei no que estariam alguns passageiros a sentir ao deixar esta cidade e naquilo que iríamos sentir ao chegar a nossa vez.

Auckland tem uma certa magia que nos faz criar laços com ela. De algumas (poucas) semelhanças que tem com Lisboa, esta é uma delas: são ambas apaixonantes, embora por razões diferentes. Auckland prende-nos pela ambiência despreocupada mas sempre sorridente de alguém que de repente nos diz "olá, tudo bem?" sem nos conhecer de lado algum.

É engraçado como nos pegamos aos sítios onde estamos e como se torna difícil deixar uma pequena mas intensa porção da nossa vida para trás. Levamos connosco não só os "recuerdos", mas um pedaço de um sítio ao qual não voltaremos tão cedo, se alguma vez sequer acontecer voltarmos. Em troca, deixamos um pouco de nós para trás, nas experiências das pessoas que já nos conhecem e nos cumprimentam com um sorriso quando entramos no restaurante do costume.